por carlos arouck
Como policial federal, vejo com perplexidade os acontecimentos recentes sobre a exposição de menores em nome da “arte” ou da “liberdade de expressão”, com a infração de vários diplomas legais, inclusive aquele idealizado para proteger os menores indefesos, conhecido como Estatuto da Criança e do Adolescente. Antes de expor minha indignação, cito o Art. 241-A do ECA que dispõe sobre:

(…) oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: (Incluído pela Lei nº 11.829, de 2008).

Evento pretensamente culturais dessa natureza contribuem para a erotização infantil, e o artigo 241-A é claro ao indicar o cometimento de crime por parte dos organizadores da mostra no museu. Os próprios pais estariam também infringido o citado artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente, uma vez que a criança estava acompanhada da mãe.

O museu emitiu uma nota de esclarecimento na qual afirma que: o trabalho apresentado na ocasião não tem conteúdo erótico e trata-se de uma leitura interpretativa da obra Bicho, de Lygia Clark, historicamente reconhecida pelas suas proposições artísticas interativas.  Acho interessante que o museu confirma ser essa uma obra com leitura interpretativa. Se grande parte da população interpretou que esse tipo de arte era inadequado, a direção não deveria levar isso em conta ao invés de atacar parcela majoritária da sociedade? A nota continua, dizendo que: as referências à inadequação da situação são resultado de desinformação, deturpação do contexto e do significado da obra. 

Para os responsáveis pela exposição é fácil culpar os que se indignaram e tratá-los como desinformados, em outras palavras, como ignorantes. A arte é para todos e não para uma elite informada. Continuando a nota de esclarecimento:  o museu lamenta as interpretações açodadas e manifestações de ódio e de intimidação à liberdade de expressão que rapidamente se espalharam pelas redes sociais. Ou seja, segundo o museu,  nós, cidadãos de bem, pagadores de impostos, que lutamos diariamente para educar nossos filhos, trabalhamos o dia inteiro, mal temos tempo para prestigiar exposições, nós é que somos contra a liberdade de expressão. Nós somos pessoas cheias de ódio no coração, e os puros são eles, claro. A inversão de valores no Brasil não tem limites.

O STF rasga a Constituição e o MPF recomenda a abertura de uma exposição que pode, sim, ser considerada pedófila. Ou o contrário, todos os crimes de pedofilia existentes na internet podem ser considerados fotografia artística ou filme de arte contemporânea. Fica a critério do cliente. No dia 28 de setembro de 2017, um vídeo se tornou um dos mais compartilhados e comentados nas redes sociais. Nele, podemos ver uma menina, de aparentemente 4 anos de idade, tocando em partes do corpo de um homem nu que estava deitado no chão! Normal? E dentre todas as pessoas que visualizam essa cena, poderia existir algum estímulo para as que sofrem com desejos proibidos por crianças?

Utopia socialista financiada por banqueiros
Pude constatar uma coincidência: todos os patrocinadores desse tipo de “arte” são bancos de grande penetração no mercado. A coincidência maior é que esses bancos estão diretamente envolvidos com as pautas de destruição das famílias e da religião, envolvidos consequentemente em várias polêmicas.

Apesar de estar instituições serem poderosas, ainda assim utilizam o dinheiro dos pagadores de impostos por meio da Lei Rouanet, com o objetivo de chocar as pessoas e gerar uma discussão sobre a pedofilia. Como se não existissem pautas melhores para promoverem.

É importante lembrar que o presidente do Itaú, Roberto Setúbal, defendeu em 2015 que Dilma continuasse no cargo de Presidente da República. Por que essas instituições financeiras capitalistas opressores e tão odiadas pelos socialistas ajudam nas pautas ditas revolucionárias? Porque os líderes socialistas precisam dos bancos para o financiamento de suas utopias.

A revolução cultural e os deformadores de opinião
Com a revolução cultural, nasceram os deformadores de opinião. Antonio Gramsci, assim como Lenin, também sabia que o controle da mídia e das artes era fundamental para o domínio das massas. Esse controle deve ser feito, e é feito, através de verba pública e de infiltração nos meios jornalísticos por jornalistas e artistas engajados, que passam a filtrar as notícias que irão a público para que o brasileiro não saiba a verdade.

Os deformadores de opinião atingiram também alguns membros do Ministério Público, do Judiciário e por que não da Polícia Judiciária. A ação desses órgãos de controle do Estado segue mais ou menos um padrão: quando agem estão sempre atrasados ou agem quando o apelo popular é gritante. No país dos juristas, as leis sempre são feitas para gerar várias interpretações e, dessa forma, cometem-se crimes e ninguém é punido, e a destruição do modo de vida do brasileiro vai avançando na calada da noite.

Hoje, juristas começam a lutar para diminuir e relativizar a idade de consenso para o sexo entre menores e maiores de idade. Tribunais superiores produzem súmulas relativizando a pena para o sexo consensual feito com alguém abaixo da idade permitida em lei. A esquerda brasileira, sob a forma de  uma pretensa arte, usa de subterfúgios para defender atos pedófilos, como o cometido no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Sem a proteção do Estado, o povo brasileiro está nu. Termino citando Oscar Wilde:

Todo crime é vulgar, assim como toda vulgaridade é criminosa. 

Carlos H. Arouck é policial federal, analista político e colaborador do Crítica Nacional.
#CriticaNacional #TrueNews


 

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3 COMENTÁRIOS

  1. Querem nos fazer crer que o errado é que tá certo! Culpo a Globo por ser a maior divulgadora e incentivadora da putaria neste país!
    Na velocidade que as coisas estão acontecendo, não é difícil na próxima novela eles tratarem a pedofilia como um caso normal.
    ABAIXO A REDE GLOBO E TODOS QUE QUEREM ESSA TAL IDEOLOGIA DE GÊNERO!
    Vamos continuar educando nossos meninos como meninos e nossas meninas como meninas. Se o resultado não for o esperado, paciência. Mas fizemos a nossa parte.

  2. Paulo Enéas, brilhante como sempre mas a resposta do por que banqueiros bilionários bancam a agenda esquerdista e seu plano para destruir as famílias está a meu ver equivocado, eles não bancam os socialistas por que estes precisam de financiamento para tocar sua obra, os socialistas de fato precisam de financiamento para desenvolver seu projeto maligno, mas o motivo por que banqueiros internacionais ou meta capitalistas bancam essa sujeira toda condiste no fato de que destruindo nações , famílias e pessoas todos os ativos nestas nações, destas famílias e pessoas ficam mais baratos, enfim o ambiente econômico se torna propício a grandes predadores !

  3. Excelente texto.
    Realmente o que incomoda é o silêncio daqueles que deveriam estar se contrapondo a tudo isso. É de dar raiva, mesmo. Nada, nem um pio nem uma declaração.
    Como se essas pessoas não tivessem filhos, netos, sobrinhos e crianças na família.

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