por paulo eneas
Após o encerramento do evento criminoso travestido de exposição de arte, patrocinado com recursos públicos e promovido pelo Banco Santander como exemplo dos valores que a instituição abraça, a escória esquerdista começou a reagir conforme o esperado: passou a chamar de censura a manifestação legítima e justa de milhares de pessoas de bem contra um ato público criminoso de vilipêndio de símbolos religiosos e exposição de crianças a cenas de pornografia explícita, zoofilia e estímulo à pedofilia. Todos eles crimes previstos na legislação brasileira.

Ao falar em censura, os comunistas bancados pelo grande capital financeiro demonstram mais uma vez uma característica comum presente nas falas de todo comunista: uma combinação de ignorância e estupidez misturadas com cinismo e uma capacidade quase infinita de se auto-vitimizar. Falar em censura nesse episódio, ou da volta de uma suposta censura que a rigor nunca existiu,  é um exercício de cinismo e auto-vitimização levado às últimas consequências.

É preciso dizer as coisas com clareza para calar de vez a boca mentirosa dos comunistas e seus idiotas úteis esquerdistas: o encerramento do ato criminoso travestido de amostra de arte foi uma decisão unilateral do Banco Santander. O encerramento não foi feito pela polícia, nem pelas forças armadas, nem por decisão judicial nem por qualquer outro órgão de poder do Estado. Portanto, não cabe falar em censura nesse episódio. A repetição da narrativa de censura por parte da esquerda consiste apenas no seu exercício contínuo de auto-vitimização e obliteração da realidade (pois seguramente deve existir muito retardado esquerdista que acredita mesmo que houve censura).

Censura ocorre quando o poder político decide cercear discricionariamente a liberdade de expressão, não para proteger o Estado e a sociedade em uma situação excepcional (como durante uma guerra, por exemplo), mas para proteger esse próprio poder político. Censura é o que é praticado diariamente em Cuba, Coreia do Norte, China ou Venezuela, onde imperam regimes comunistas que esses próprios comunistas auto-vitimizantes apoiam. Censura ocorre na União Europeia, onde o Estado socialdemocrata cerceia a liberdade de expressão não para proteger os europeus, mas para proteger os invasores muçulmanos.

A narrativa mentirosa sobre suposta censura que a esquerda pretende dar a esse episódio não passa de uma estratégia de reversão do jogo, de mudança de foco e de redução de danos. Não podemos permitir que essa narrativa venha pautar a discussão. Ao contrário, cabe às pessoas de bem exigir que sejam tomadas as providências legais cabíveis contra o crime que foi cometido e patrocinado, por meio de verba pública, pelo Banco Santander. Cabe às pessoas de bem exigir que o Ministério Público manifeste-se a respeito e ofereça ação penal pública contra o banco. Enquanto isso, que os comunistas continuem latindo sozinhos a respeito de uma censura que nunca existiu, exceto na mentalidade e no delírio doentio desses revolucionários.

#CriticaNacional #TrueNews

COMPARTILHAR

1 COMENTÁRIO

COMENTÁRIO: