por paulo eneas
A Prefeitura de São Paulo comandada pelo socialdemocrata tucano globalista João Doria pretende aumentar o valor do imposto pago ao município pelos proprietários de imóveis na capital paulista. O aumento do imposto, chamado IPTU, ocorrerá por conta da elevação média de 43% do chamado valor venal do imóvel, um dispositivo ilógico e irracional por meio do qual o poder público determina o valor de um determinado imóvel e, com base nesse valor, aplica um alíquota (hoje fixada em 1%) correspondente ao imposto a ser pago.

Atualmente o valor venal do imóvel, determinado pela burocracia do poder público municipal, corresponde em média a 50% do valor real de mercado de um dado imóvel. A intenção do prefeito João Dória é fazer com que esse valor venal passe a corresponder em média a 70% do valor de mercado. O valor venal, por sua vez, é determinado por outro dispositivo burocrático chamado PGV, ou Planta Genérica de Valores, que determina o valor do metro quadrado dos imóveis em cada região da cidade.

Ou seja, aquilo que deveria ser função exclusiva e única do mercado, a determinação do valor de um imóvel, passa a ser arbitrado monocraticamente pelo poder público para fins de cobrança de imposto sobre a propriedade. Trata-se de um imposto que jamais deveria existir segundo os princípios liberais clássicos, mas que o pseudo-liberal João Doria não apenas faz questão de manter, como elevar o valor a ser pago.

A proposta enviada à Câmara Municipal da cidade para alteração da PGV prevê mecanismos que impedem o aumento do imposto a ser pago já no ano que vem, em uma visível e clara preocupação com o impacto eleitoral da medida. Se a proposta for aprovada da forma que foi apresentada, os paulistanos proprietários de imóveis irão amargar um aumento expressivo no IPTU a ser pago em 2019.

Na Conferência do Crítica Nacional realizada nesse final de semana na capital paulista, defendemos enfaticamente a extinção de todo e qualquer tipo de imposto sobre propriedade urbana ou rural, bem como o fim da progressividade de qualquer mecanismo tributário. Tanto a taxação sobre a propriedade quanto a progressividade de qualquer sistema tributário são princípios de natureza socialista, incorporados plenamente pelos socialdemocratas que também buscam o socialismo por outras vias,  e estão na contra-mão dos fundamentos do liberalismo clássico.

O fato de no Brasil haver supostos liberais que apoiem um político socialdemocrata, alinhado com os projetos globalistas, favorecedor da expansão islâmica no país, aderente a toda a agenda ideológica da esquerda nos itens que realmente importam, promotor do aumento de tributação e do controle do poder público sobre a iniciativa privada, e que fez sua fortuna por meio do capitalismo de compadrio graças a seus longos anos de relações muito próximas com o poder político de turno, é um sintoma da miséria de nossa tradição política.

Com informações de O Estado de São Paulo. #CriticaNacional #TrueNews

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3 COMENTÁRIOS

  1. “…Tanto a taxação sobre a propriedade quanto a progressividade de qualquer sistema tributário são princípios de natureza socialista, incorporados plenamente pelos socialdemocratas que também buscam o socialismo por outras vias, e estão na contra-mão dos fundamentos do liberalismo clássico…”.

    Aguardando – sentado – a manifestação da “nova direita” e dos liberaloides tupiniquins, que deveriam concordar plenamente com essa frase.

  2. Lemos na noticia da veja: “O anfitrião de Doria na cidade [de Paris] será o economista Jacques Attail”. Este senhor, Jacques Attaili, é um globalista fortissimo! Ele que colocou o Macron onde está. Tira e põe presidentes a anos. Aqui uma apresentação do personagem: https://www.youtube.com/watch?v=-emMOzjIjyg

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