por paulo eneas
O prefeito socialdemocrata e socialista fabiano João Doria tornou público essa semana as novas regras da prefeitura paulistana para os serviços de transporte privado por meio de aplicativos. Pelas novas regras, os motoristas serão obrigados a fazer um cadastro, para o qual serão exigidos uma série de documentos, e serão obrigados também a se submeterem a um curso onde serão ministradas, entre outros, aulas sobre diversidade sexual.

Além dessa imposição esdrúxula por parte do poder público estatal, e que inclui até normas para vestimenta dos motoristas, as regras também estabelecem a taxação dos serviços por quilômetro rodado em uma escala progressiva: quanto mais o motorista trabalhar, maior será a fatia de seu rendimento que será sequestrada pelo estado, no caso, a prefeitura. Qualquer liberal intelectualmente honesto e que não esteja comprometido com projetos de poder socialdemocrata deveria se manifestar contra essas medidas.

As normas impostas pela gestão socialdemocrata da prefeitura paulistana parece terem sido copiadas de burocratas da União Europeia de Angela Merkel e de Emmanuel Macron. Estas regras e refletem exatamente a mentalidade de políticos socialdemocratas que levam adiante a estratégia socialista fabiana: o estado não mais se preocupa em proibir a iniciativa privada ou em ser proprietário de empresas. Tanto o é, que João Doria possui um programa de desestatização, que ele nunca deixou claro se é um programa de privatização de fato ou de concessões, programa esse que ele já apresentou aos muçulmanos, e que tem servido para seduzir segmentos liberais.

O que é necessário compreender é que a propriedade formal de empresas por parte do estado é em certa medida irrelevante, no que diz respeito à ingerência do estado na atividade econômica e nos projetos ideológicos de controle da sociedade por parte do estado. O que importa para os socialistas fabianos é o controle que o estado exerce sobre os empreendimentos, por meio de taxação, normas e regulamentações.

No caso dos serviços de transporte privado por meio de aplicativos, as próprias empresas já oferecem aos usuários meios de aferir a qualidade do serviço, podendo o motorista ser até mesmo afastado da atividade se for mal avaliado pelos usuários. Mas a mentalidade socialista fabiana que o prefeito tucano João Doria encarna de maneira completa entende que cabe ao estado por meio da prefeitura, e não aos usuários do serviço, decidir quais os padrões de qualidade devem ser seguidos.

E dentro do espírito da mentalidade globalista, esse controle estatal vem acompanhado de elementos de engenharia social da ideologia de esquerda, ao exigir dos motoristas que eles venham a aprender sobre diversidade sexual, um dos temas mais caros e preciosos do movimento comunista internacional e que foi incorporado às políticas públicas implantadas por governantes da socialdemocracia. Nada pode ser mais fabiano do que isso. A despeito dessa evidências gritantes, segmentos de supostos formadores de opinião do campo liberal ainda querem acreditar que João Doria possa representar uma alternativa para a direita política no país.

Com informações de InfoMoney. #CriticaNacional #TrueNews


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5 COMENTÁRIOS

  1. Que interesse tem para um motorista do Uber se o cliente que transporta no banco de trás é um heterossexual, uma bichinha doida ou um sapatão? Os clientes devem ser tratados igualmente, ou o motorista de taxi tem de satisfazer as satisfações sexuais dessas aberrações da natureza?
    Diversidade sexual é glorificar os gays, atualmente já com muitos mais direitos que os heteressexuais.
    O que sai de uma união heteressual? Filhos.
    E de uma união de gays? A bunda dolorida e satisfeita, nada mais além disso.
    E o mesmo se passa com os sapatões, por que xoxota com xoxota não dá filhos, mas unicamente um prazer sexual doentio!
    Doria como marxista, tem tendências de bicha recalcada ou quer ganhar os votos desssas aberrações humanas?

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