por paulo eneas
A condenação do chefe petista essa semana pelo juiz Sérgio Moro evidenciou um dos fatos políticos recentes mais relevantes: a crescente incapacidade do petismo de promover mobilizações de vulto, considerando-se toda a estrutura que o principal partido comunista do país tem à sua disposição, principalmente a máquina sindical. No dia em que divulgada oficialmente a condenação de Lula, a direção nacional do partido conclamou seus militantes para irem às ruas, como mostra a reprodução exibida abaixo:


Apesar da convocação oficial, as mobilizações resultaram em fracasso. Na capital paulista, a máquina sindical e partidária conseguiu reunir algumas centenas, se muito, de mortadelos na Avenida Paulista, como nós mesmos do Crítica Nacional pudemos presenciar e testemunhar in locus. No restante do país, o resultado não foi diferente e as mobilizações convocadas tiveram presença pífia de petistas.

É importante lembrar que toda a estratégia política petista nos últimos anos consistiu na chantagem e atemorização do país inteiro, por meio da ameaça explícita feita pelos chefes do partido de incendiar o país e promover o caos, se seus interesses partidários forem contrariados. Há cerca de dois anos Lula falou do Exército de Stedile, em referência às milícias comunistas e criminosas do MST a serviço do partido. No entanto, o que ficou evidenciado nessa quarta-feira com o fracasso das mobilizações petistas é que essas ameaças nunca passaram de um blefe, como estamos afirmando aqui no Crítica Nacional há mais de um ano.

O poder do petismo hoje não está na sua suposta capacidade de mobilização, que a rigor não existe mais desde as últimas eleições presidenciais fraudadas, nem na sua força eleitoral em uma eleição que ocorra de modo transparente e sem fraudes. É nesse sentido que estamos afirmando há mais de um ano, e mantemos essa afirmação,  que o petismo como o principal projeto político-partidário do Foro de São Paulo na América Latina está liquidado.

O risco real que o petismo representa para o país hoje está nas posições que os petistas ainda ocupam na máquina do Estado, especialmente no judiciário e em parcela expressiva do parlamento. Além é claro de sua presença nas redações de jornais, no meio artístico e no meio acadêmico.

O petismo das mobilizações de massa morreu, e constitui-se hoje apenas numa narrativa imaginária destinada a blefes políticos. O que restou foi apenas o petismo integrante do estamento burocrático, e que ainda fará de tudo a partir de suas posições no estamento para retomar o controle pleno do poder no país.

No vídeo abaixo, o deputado Jair Bolsonaro comenta a decisão e faz uma homenagem ao juiz Sérgio Moro. 



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3 COMENTÁRIOS

  1. Onde os cidadãos de bem podem encontrar informações sobre o FORO DE SÃO PAULO ? Quero me informar mais sobre o assunto, e com informações contundentes!
    Obg!

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