Dizer que houve golpe de Estado na Venezuela é redundância e desinformação. A Venezuela já vive um regime de ditadura desde os tempos de Hugo Chávez. Uma ditadura urdida e engendrada pelo Foro de São Paulo, financiada pelo narcotráfico e pelo então governo petista brasileiro. Uma ditadura que foi salva no início da década passada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

O novo capítulo da consolidação dessa ditadura comunista-socialista ocorreu no fim de Março através do ativismo judiciário levado às últimas consequências: a suprema corte do país controlada pelos narco-comunistas decidiu na prática fechar o parlamento, de maioria supostamente oposicionista e cujas decisões já vinham sendo ignoradas pelo ditador Nicolás Maduro e seu vice Tareck El Aissami, que tem ligações comprovadas com o terrorismo islâmico, conforme já mostrou os serviços de inteligência norte-americanos.

A reação oficial do governo brasileiro foi tímida e puramente protocolar: limitou-se a emitir uma nota expressando “preocupação” e fazendo um apelo a um suposto diálogo.

O povo venezuelano precisa muito mais do que declarações protocolares e apelo ao diálogo. Não há nem o quê dialogar na Venezuela, pois o país vive sob uma ditadura que está literalmente matando seu povo de fome, que transformou o país num preposto ou protetorado cubano, que abriu as portas para entrada do terrorismo muçulmano no continente e que se constituiu em um dos pontos nevrálgicos do narcotráfico latino-americano.

Portanto, nos cabe exigir do presidente Michel Temer que determine uma ação mais enfática da diplomacia brasileira em relação à narco-ditadura comunista-socialista da Venezuela. O Brasil, por ter sido um dos responsáveis pela implantação desta ditadura durante os governos tucano e petista, tem a obrigação moral de usar agora de seu peso geopolítico e econômico na região para exercer pressão, indo além das declarações formais, e ajudar os venezuelanos a pôr um fim ao regime socialista-comunista que está dizimando seu país.

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